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NEFROPATIA DIABÉTICA

09/10/2019 Categoria: Diabetes
NEFROPATIA DIABÉTICA

A nefropatia diabética (ND) é a manifestação renal que ocorrer em pacientes com diabetes. Trata-se de uma alteração que ocorre nos vasos sanguíneos dos rins, o que leva a uma considerável perda das proteínas por meio da urina. Nesta complicação, o órgão pode lentamente reduzir sua função, contudo, de forma paulatina, até que ocorre a sua total paralisação.

 

Sinais e Sintomas

Nesse processo, a nefropatia diabética é uma das complicações mais dramáticas do Diabetes Mellitus. Seu início é assintomático e as primeiras referências laboratoriais costumam aparecer entre 10 a 15 anos, imediatamente depois de se iniciar o estado hiperglicêmico. A doença renal ocorre no diabetes espécie 1 e espécie 2, é igualmente compartilhada nos mecanismos fisiopatológicos, em uma ação transformadora e destrutiva. Entre os mais importantes elementos que aumentam o perigo de progressão dessa doença, continuam sendo o descontrole glicêmico e a vinda de hipertensão arterial.

Sendo esta enfermidade instalada no organismo, e se não tratada, a doença tende a prosseguir um curso, levando-se a uma piora em consequência da função renal, podendo haver a carência de uma diálise.

Algumas das características da doença renal do diabético que podem eventualmente manifestar incluem:

· Edema ou inchamento dos tornozelos, dos pés, dos pés mais baixos ou das mãos devido à retenção da água.

· Urina que é espumosa ou espumoso na aparência devido à proteína excessiva que está sendo excretada na urina. Isto é o mais geralmente - visto na primeira urina do dia.

· Ganho de peso devido à retenção fluida e ao edema

· Náusea e vômito

· Perda de apetite

· Sentimento indisposto e cansado

· Itching generalizado

· Dores de cabeça

· Soluços

· Hipertensão

 

Fases da revelação da nefropatia do diabético

Fase 1: Durante a fase 1, a taxa de filtragem do rim é aumentada. A taxa de filtragem glomerular (GFR) no rim é aumentada e o órgão pode aumentar em tamanho. Contudo, os níveis da albumina da urina e a pressão sanguínea podem somente suavemente ser levantados ou normal. Nesta fase inicial de nefropatia, não há nenhum dano patológico e a circunstância é geralmente reversível.

Fase 2: Durante a fase 2, há dano estrutural dos glomérulos e o microalbuminuria começa ocorrer. O GFR é mais alto do que o normal.

Fase 3: A doença da fase 3 é denominada doença renal da fase inicial. A taxa da excreção da albumina continuamente é levantada e pode exceder 200 níveis de sangue de μg/min. de creatinina é aumentada e a pressão sanguínea pode igualmente ser alta.

Fase 4: Esta fase da doença é denominada a nefropatia clínica do diabético, uma fase irreversível da doença. Há uma diminuição em GFR de 1 ml/min cada mês, grandes quantidades de passagem da proteína na urina e a pressão sanguínea é levantada quase sempre.

Fase 5: A doença renal da fase 5 falha doença renal da fase da insuficiência renal ou da extremidade. O GFR é menos de 10 aumentos de ml/min. no nitrogênio da creatinina do soro e de uréia do sangue são acompanhados do edema severo, da hipertensão e da hipoproteinemia. Esta fase da doença necessita a diálise e mesmo a transplantação do rim.

 

Epidemiologia

A epidemiologia e a história natural da nefropatia diabéticapermanecem pouco definidas, em parte por causa de critérios variáveis ​​para o diagnóstico, falha de muitos médicos em reconhecer e diagnosticar a doença e falta de metodologias padronizadas usadas para a avaliação desses pacientes. No entanto, estima-se que 50% dos pacientes com diabetes têm nefropatia diabética 2,7 milhões têm neuropatia dolorosa nos EUA. As neuropatias sensitivas e autonômicas geralmente progridem, enquanto mononeuropatias, radiculopatias e neuropatias dolorosas agudas, apesar de manifestarem sintomas graves, são de curta duração e tendem a se recuperar.

Riscos e complicações

Pacientes com nefropatia diabética apresentam baixa qualidade de vida e redução da produtividade no trabalho, além de altos custos de saúde.

Trata-se de uma das neuropatias mais comuns do diabetes mellitus (DM) e pode levar à ulceração e amputação do pé. Afeta as funções nervosas sensoriais, autonômicas e motoras.

As complicações do pé diabético contribuem tanto para a mortalidade quanto para a morbidade entre a população diabética, levando a uma carga física, fisiológica e financeira substancial para os pacientes e a comunidade em geral.

O risco de ulceração e amputação entre pacientes diabéticos aumenta de duas a quatro vezes com a progressão da idade e duração do diabetes, independentemente do tipo de diabetes. Também, entre pacientes diabéticos, o risco de vida de úlcera do pé é de cerca de 25%, sendo responsável por dois terços de todas as amputações não traumáticas.

A ulceração do pé é uma condição evitável e intervenções simples podem reduzir as amputações em até 70% por meio de programas que possam reduzir seus fatores de risco. A identificação do papel dos fatores de risco que contribuem para essa condição permitirá que os provedores de saúde estabeleçam melhores programas de prevenção que resultem na melhoria da qualidade de vida dos pacientes e, a partir daí, reduzam a carga econômica para o paciente e para o sistema de saúde.

 

Diagnóstico

Para a realização do diagnóstico da nefropatia diabéticasão utilizados dois tipos de exames que são considerados indispensáveis, umserve paraverificar o valor fixado de depuração de creatinina e o outro da microalbuminúria. Um é medido em exame de urina de 24 horas, sendo lido em virtude de meio dos índices das fórmulas de estimativa de depuração. A usabilidade de creatinina sérica isoladamente é como se constitui de medição de atribuição renal, que é recomendada, na oportunidade, pois é bastante incentivada em virtude de diversas variáveis (idade, sexo, peso, estado nutricional, vinda de hepatopatia).

A compreensão não adequada do inquérito de creatinina isolada deve causar atraso na ação de reconhecer o estado evolutivo da enfermidade do doentecomo portador de DRC e na instituição das fases terapêuticas calculadas e oportunas. O inquérito de microalbuminúria deve ser exercido de diversas formas: em urina de 24 horas, em urina de 12 horas (preferencialmente imediatamente depois de repouso) ou em amostragem isolada de urina, desde que corrigida pela concentração de creatinina urinária.

 

Tratamento

A melhor maneira de se tratar a nefropatia diabética está no controle da glicemia, controle da pressão arterial e bloqueio farmacológico do processo de renina-angiotensina.

A função renoprotetora das drogas inibidoras da ECA (IECA) e dos bloqueadores do receptor AT1 de angiotensina II (BRA) nas nefropatias acentuadas proteinúricas está bastante adequado e aprovado, e já foi constatado em ensaios clínicos em doentes com DM espécie 1 e espécie 2.

Os exames analíticos que compararam o efeito de IECA com BRA mostram diagnósticos iguais, e estas drogas poderão ser utilizadas nos doentes com DRC visando-se abordar a dose excelente tolerada. A NKF recomenda ao alvo de pressão arterial abaixo da 130 x 80 mmHg, sendo que váriosescritores sugerem que a meta poderia estar 120 x 75 mmHg.

Portanto, a melhor medida continua sendo a prevenção, e isso ocorre com a curiosidade de conhecer o próprio corpo. Existem pessoas cuidadosas que procuram o médico mesmo sem estarem sentindo nada, a fim de lhes pedir exames, pois existem doenças silenciosas que atacam o corpo e uma delas pode ser a nefropatia diabética.

A nefropatia diabética (ND) é a manifestação renal que ocorrer em pacientes com diabetes. Trata-se de uma alteração que ocorre nos vasos sanguíneos dos rins, o que leva a uma considerável perda das proteínas por meio da urina. Nesta complicação, o órgão pode lentamente reduzir sua função, contudo, de forma paulatina, até que ocorre a sua total paralisação.

 

Sinais e Sintomas

Nesse processo, a nefropatia diabética é uma das complicações mais dramáticas do Diabetes Mellitus. Seu início é assintomático e as primeiras referências laboratoriais costumam aparecer entre 10 a 15 anos, imediatamente depois de se iniciar o estado hiperglicêmico. A doença renal ocorre no diabetes espécie 1 e espécie 2, é igualmente compartilhada nos mecanismos fisiopatológicos, em uma ação transformadora e destrutiva. Entre os mais importantes elementos que aumentam o perigo de progressão dessa doença, continuam sendo o descontrole glicêmico e a vinda de hipertensão arterial.

Sendo esta enfermidade instalada no organismo, e se não tratada, a doença tende a prosseguir um curso, levando-se a uma piora em consequência da função renal, podendo haver a carência de uma diálise.

Algumas das características da doença renal do diabético que podem eventualmente manifestar incluem:

· Edema ou inchamento dos tornozelos, dos pés, dos pés mais baixos ou das mãos devido à retenção da água.

· Urina que é espumosa ou espumoso na aparência devido à proteína excessiva que está sendo excretada na urina. Isto é o mais geralmente - visto na primeira urina do dia.

· Ganho de peso devido à retenção fluida e ao edema

· Náusea e vômito

· Perda de apetite

· Sentimento indisposto e cansado

· Itching generalizado

· Dores de cabeça

· Soluços

· Hipertensão

 

Fases da revelação da nefropatia do diabético

Fase 1: Durante a fase 1, a taxa de filtragem do rim é aumentada. A taxa de filtragem glomerular (GFR) no rim é aumentada e o órgão pode aumentar em tamanho. Contudo, os níveis da albumina da urina e a pressão sanguínea podem somente suavemente ser levantados ou normal. Nesta fase inicial de nefropatia, não há nenhum dano patológico e a circunstância é geralmente reversível.

Fase 2: Durante a fase 2, há dano estrutural dos glomérulos e o microalbuminuria começa ocorrer. O GFR é mais alto do que o normal.

Fase 3: A doença da fase 3 é denominada doença renal da fase inicial. A taxa da excreção da albumina continuamente é levantada e pode exceder 200 níveis de sangue de μg/min. de creatinina é aumentada e a pressão sanguínea pode igualmente ser alta.

Fase 4: Esta fase da doença é denominada a nefropatia clínica do diabético, uma fase irreversível da doença. Há uma diminuição em GFR de 1 ml/min cada mês, grandes quantidades de passagem da proteína na urina e a pressão sanguínea é levantada quase sempre.

Fase 5: A doença renal da fase 5 falha doença renal da fase da insuficiência renal ou da extremidade. O GFR é menos de 10 aumentos de ml/min. no nitrogênio da creatinina do soro e de uréia do sangue são acompanhados do edema severo, da hipertensão e da hipoproteinemia. Esta fase da doença necessita a diálise e mesmo a transplantação do rim.

 

Epidemiologia

A epidemiologia e a história natural da nefropatia diabéticapermanecem pouco definidas, em parte por causa de critérios variáveis ​​para o diagnóstico, falha de muitos médicos em reconhecer e diagnosticar a doença e falta de metodologias padronizadas usadas para a avaliação desses pacientes. No entanto, estima-se que 50% dos pacientes com diabetes têm nefropatia diabética 2,7 milhões têm neuropatia dolorosa nos EUA. As neuropatias sensitivas e autonômicas geralmente progridem, enquanto mononeuropatias, radiculopatias e neuropatias dolorosas agudas, apesar de manifestarem sintomas graves, são de curta duração e tendem a se recuperar.

Riscos e complicações

Pacientes com nefropatia diabética apresentam baixa qualidade de vida e redução da produtividade no trabalho, além de altos custos de saúde.

Trata-se de uma das neuropatias mais comuns do diabetes mellitus (DM) e pode levar à ulceração e amputação do pé. Afeta as funções nervosas sensoriais, autonômicas e motoras.

As complicações do pé diabético contribuem tanto para a mortalidade quanto para a morbidade entre a população diabética, levando a uma carga física, fisiológica e financeira substancial para os pacientes e a comunidade em geral.

O risco de ulceração e amputação entre pacientes diabéticos aumenta de duas a quatro vezes com a progressão da idade e duração do diabetes, independentemente do tipo de diabetes. Também, entre pacientes diabéticos, o risco de vida de úlcera do pé é de cerca de 25%, sendo responsável por dois terços de todas as amputações não traumáticas.

A ulceração do pé é uma condição evitável e intervenções simples podem reduzir as amputações em até 70% por meio de programas que possam reduzir seus fatores de risco. A identificação do papel dos fatores de risco que contribuem para essa condição permitirá que os provedores de saúde estabeleçam melhores programas de prevenção que resultem na melhoria da qualidade de vida dos pacientes e, a partir daí, reduzam a carga econômica para o paciente e para o sistema de saúde.

 

Diagnóstico

Para a realização do diagnóstico da nefropatia diabéticasão utilizados dois tipos de exames que são considerados indispensáveis, umserve paraverificar o valor fixado de depuração de creatinina e o outro da microalbuminúria. Um é medido em exame de urina de 24 horas, sendo lido em virtude de meio dos índices das fórmulas de estimativa de depuração. A usabilidade de creatinina sérica isoladamente é como se constitui de medição de atribuição renal, que é recomendada, na oportunidade, pois é bastante incentivada em virtude de diversas variáveis (idade, sexo, peso, estado nutricional, vinda de hepatopatia).

A compreensão não adequada do inquérito de creatinina isolada deve causar atraso na ação de reconhecer o estado evolutivo da enfermidade do doentecomo portador de DRC e na instituição das fases terapêuticas calculadas e oportunas. O inquérito de microalbuminúria deve ser exercido de diversas formas: em urina de 24 horas, em urina de 12 horas (preferencialmente imediatamente depois de repouso) ou em amostragem isolada de urina, desde que corrigida pela concentração de creatinina urinária.

 

Tratamento

A melhor maneira de se tratar a nefropatia diabética está no controle da glicemia, controle da pressão arterial e bloqueio farmacológico do processo de renina-angiotensina.

A função renoprotetora das drogas inibidoras da ECA (IECA) e dos bloqueadores do receptor AT1 de angiotensina II (BRA) nas nefropatias acentuadas proteinúricas está bastante adequado e aprovado, e já foi constatado em ensaios clínicos em doentes com DM espécie 1 e espécie 2.

Os exames analíticos que compararam o efeito de IECA com BRA mostram diagnósticos iguais, e estas drogas poderão ser utilizadas nos doentes com DRC visando-se abordar a dose excelente tolerada. A NKF recomenda ao alvo de pressão arterial abaixo da 130 x 80 mmHg, sendo que váriosescritores sugerem que a meta poderia estar 120 x 75 mmHg.

Portanto, a melhor medida continua sendo a prevenção, e isso ocorre com a curiosidade de conhecer o próprio corpo. Existem pessoas cuidadosas que procuram o médico mesmo sem estarem sentindo nada, a fim de lhes pedir exames, pois existem doenças silenciosas que atacam o corpo e uma delas pode ser a nefropatia diabética.

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